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UNIÃO DE CULTURA NEGRA EM SANTA CATARINA

INFORMATIVO UNIAFRO N.º 10 - Março de 2002

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Cotas Discriminatórias

Temos lido textos publicados anteriormente nesse informativo sobre cotas para negros nas universidades e no serviço público, contudo ainda tenho algumas ressalvas sobre o assunto. Analisando o texto publicado por Willian Douglas, juiz titular da 4ª vara federal de Niterói e professor universitário, publicado no jornal "O Estado de Minas – Opinião, em 10/01/2002, e reproduzido no Informativo Uniafro nº 08 e 09/02, vemos que para ele a reserva de cotas para negros em universidades e no serviço público é uma idéia infeliz, equivocada, inconstitucional, e realimentadora de descriminações racial. Ele argumenta em relação ao equivoco das cotas: "Admitir que qualquer agrupamento étnico necessite de cotas para sua sobrevivência é admitir a superioridade de outro grupamento étnico. A medida estigmatiza os beneficiados e que certamente poderão ter sua competência questionada ao confrontar-se com o chavão de que só chegaram as universidades ou emprego público por causa das cotas. Não há como verificar a raça de qualquer povo a não ser pelos traços biológicos externos ou genéticos. A separação de cotas para negros discrimina e desfavorece os grupos étnicos, como o indígena, por exemplo. A concepção de cotas poderá promover maiores descriminações no futuro por repetir erros do passado." Segundo o professor, há diferença entre a distribuição de cotas aos negros com o que esta sendo feito pela Uerj e Uenf, que é a criação de cotas para pessoas mais pobres alcançarem a universidade através de uma compensação das dificuldades econômicas, independendo da cor da pele das pessoas. Para ele, o problema de não termos tantos negros ou índios nas universidades é causado pela pobreza, e, portanto, um problema social e não racial como querem alguns. E teme que a União esteja usando a formula que foi aplicada na Uerj e Uenf de maneira equivocada por caracterizar um problema social como sendo racial. E concluiu em seu texto: "Cotas para os comprovadamente pobres sim. Para alguém por causa de sua cor ou etneia, qualquer que seja ela, positivamente não".

Analisando textos sobre racismo fico receoso com esse negócio de cotas. Concordo com os argumentos apresentados pelo professor Willian Douglas, embora tenha a certeza de que algo precisa ser feito, principalmente, para melhorar a situação do negro e do índio no Brasil. Concordo plenamente com o professor quando diz que a cota pressupõe inferioridade e que pode tornar-se mais um estigma para a raça negra. Seria muito constrangedor estar em uma sala de aula na universidade e sentir os olhares dos colegas me avaliando para saber se estou ali por pura competência ou porque fui empurrado e aceito por força de uma lei; se já não sendo assim, alguns companheiros têm reclamado de sofrerem discriminação... Eu sou negro e atualmente faço mestrado em Engenharia em uma das melhores Universidades do país. A disciplina que faço, cujo número de alunos gira em torno de 40, há apenas dois ou três alunos que seriam caracterizados como negro, e tenho certeza que eles, igual a mim, têm orgulho de ter chegado lá por seus próprios méritos e não por um favor governamental. Além de tudo, se o problema é racial deveria haver, também, cotas para índios e outras minorias raciais. Por que cotas só para negros? Concordo em gênero, número e grau com o professor Willian quando diz que o problema é social e causado pela pobreza que impede negros, índios e brancos pobres de chegarem às universidades. Se uma família não dispõe de recursos para custear os estudos de seus integrantes, dificilmente ele poderá competir com aqueles que nasceram em berço dourado e têm a sua disposição um oceano de possibilidades. Como pode chegar à universidade um aluno que mora em favela, é mal alimentado, não desfruta de lazer e tempo para estudar porque tem que trabalhar, na maioria das vezes, em subempregos para satisfazer o mínimo de suas necessidades básicas? Quais as chances que esse aluno terá ao disputar com outro que vive uma realidade amplamente oposta? Vejo o problema como político-social e não puramente racial. É preciso que se crie programas sociais que realmente combatam a pobreza em nosso país; pois sendo negro, branco ou índio pobre as dificuldades serão as mesmas para todos. Será que os filhos de jogadores de futebol e artistas negros ou índios que estejam em boa situação financeira vivem a mesma realidade do negro, do índio e do branco pobre que vive em favelas? Se um jogador de futebol rico e famoso entrasse em uma loja juntamente com uma pessoa branca para fazer compras, mas que não estivesse tão bem vestida quanto a primeira, quem seria atendido primeiro...? Será que o jogador negro, rico e famoso seria menosprezado porque ele é negro? Ou seria a outra pessoa, branca, pobre e não famosa é que seria menosprezada e discriminada simplesmente porque é pobre? É evidente que "Preconceito de Cor" existe, da mesma forma que existe preconceito social, cultural, sexual, em relação a pessoas portadoras de certos tipos de doenças como a AIDS, entre países ricos e pobres, por exemplo..., Vemos exemplos disso todos os dias, em relação a negros, pobres, homossexuais, portugueses, ect... O Brasil já tem muitos problemas, não vamos criar outros. Também deve-se ter o cuidado de não permitir que mascarem um problema sócio-econômico usando o problema do preconceito racial. Não vamos nos deixar enganar por invenções de vésperas de eleição. O que precisamos é de um programa político-social que minimize as diferenças sócio-econômicas que existem no Brasil. Precisamos que sejam viabilizadas condições para que aquelas pessoas que vivem à margem da sociedade por causa da pobreza tenham reais condições de melhorar suas vidas e possam prover as suas necessidades e a de suas famílias e poderem progredir na escala social e econômica. É preciso garantir a igualdade de competição para todos: negros, índios, brancos ou à qualquer outra etnia. Mas, só poderemos gerir essa igualdade minimizando a pobreza através de uma distribuição de renda mais justa. Concluindo, parece que já li em algum lugar, há muito tempo, que o Salário Mínimo deveria ser suficiente para prover a necessidade do trabalhador e de sua família.... Acho que foi em um outro Brasil e há muito tempo... Cotas para tirar o pobre da miséria e lhe dar uma perspectiva melhor de vida, SIM!. Cotas para alguém entrar na universidade simplesmente porque é negro, NÃO!. Eu sou negro e me envergonharia disso. Se estou na universidade é porque me encontro em uma situação melhor que a de outros negros e pude investir algum dinheiro em minha educação. Se eu não estivesse em situação sócio-econômica diferente daquela quando era criança, hoje, certamente, eu não estaria em um Curso em nível de Mestrado em uma ótima universidade. Também não sou do tipo de pessoa que se acomoda e não luta para mudar a sua situação atual. Eu apostei na educação para estar preparado quando a oportunidade chegasse. E deu certo. Certamente não seria um programa de cotas para negros que iria me ajudar a chegar lá, se eu não me esforçasse. Certamente teria chegado lá muito mais cedo se meus pais não fossem pobres e se tivessem o suficiente para poder custear os meus estudos. Como essa não era a minha realidade na época, só me restou a difícil tarefa de trabalhar para custear os estudos e chegar à universidade, com certa defasagem de idade cronológica, certamente. Deixo aqui alguns questionamentos, leitor, para que você reflita a respeito:

a)

As cotas criadas para negros são para negros pobres ou negro ricos? (não devemos esquecer que temos uma boa quantidade de negro de classe média-alta e ricos em nosso país, como por exemplo jogadores de futebol e cantores)

 

b) 

Se as cotas são para negros pobres, não deveria ser criada cotas para brancos pobres e índios pobres também? (não devemos esquecer que temos uma grande quantidade de pessoas brancas vivendo nas mesmas condições que negros e índios pobres. O fato de serem brancas não as salva da miséria em que vivem).

 

c) 

Como serão classificadas as pessoas que são mestiças (filhos de pai branco e mãe negra ou vice-versa)? Como serão classificados esses "mulatos": negros, brancos, ou mestiços, uma vez que a cor da pele varia de família para família...?

 

d) 

O fato de ser negro, branco, índio ou de qualquer raça nos torna mais ou nos torna menos inteligentes e capazes, ou será o conhecimento adquirido que nos diferencia individualmente bem como diferencia a sociedade em que vivemos?

 

e) 

Ou será que o meio social de onde alguém procede pode ser a diferença às oportunidades ou a   falta delas no futuro?

 

f) 

Você realmente acha que há no Brasil "a prática de Racismo" ou existe "Preconceito social", se negros, brancos, índios e pessoas de várias etnias co-existem juntas nos mesmos lugares, têm valores comuns, como, por exemplo: estão juntos em um campo de futebol torcendo pelo mesmo time do coração; estão juntas na igreja fazendo suas orações, estão juntas no mesmo clube ou barzinho tomando cerveja e ouvindo "pagode", estão juntas na mesma ala de uma escola de samba. Elas só se diferenciam na hora de ir para casa, pois enquanto uma vai de coletivo (ônibus) a outra vai de carro importado?! Note-se que quem pode estar dentro de um carro importado pode ser uma pessoa branca ou uma pessoa negra, basta vermos os carros que possuem alguns dos nossos jogadores negros de futebol....

                                                                                                                                                                                      

                                                                                                                                   Apolônio A da Silva

Coord. Admistrativo Uniafro


África: Geográfica e Cultural

- Colcha de Retalhos -

" A mediunidade não é uma arte, nem um talento, pelo que não pode tornar-se uma profissão. Ela não existe sem o concurso dos espíritos; faltando esses, já não há mediunidade."
Allan Kardec

Encontramos na religião afro-brasileira tantas denominações que nos dão a idéia de que há várias religiões afro-brasileiras, como por exemplo: Candomblé, Umbanda, Xangô, Almas e Angola, Batuque etc. Além disso, algumas dessas denominações se subdividem em outras denominações, como por exemplo: As denominações Candomblé, se subdivide em Candomblé de Ketu, Candomblé de Angola; Candomblé Gêge; Candomblé de Caboclo, Candomblé Nagô; entre outras. A mesma situação ocorre com a denominação "Batuque", que se subdivide em Nação Oyó; Nação Gêge-Oyó; Nação Gêge Nagô. Também ocorre o mesmo com a denominação Umbanda, que se subdivide em Umbanda Branca; Umbanda Mista; Umbanda do Oriente; Umbanda de Caboclo; Umbanda de Mesa; etc. Há outras denominações que não se subdividem, como é o caso de Almas e Angola, mas que apresentam certa divergência quanto a aceitação do termo correto: se é Almas e Angola ou Alma de Angola. Como se vê, a cultura religiosa afro-brasileira é bastante complexa. Então o que concluímos? Existe uma única religião afro-brasileira ou várias religiões afro-brasileiras? A resposta dependerá sob qual ponto de vista você escolher. Por exemplo, se considerarmos as palavras "Candomblé","Umbanda" ou "Batuque" como um nome comum para a coletividade das diversas formas de rituais teríamos várias religiões, .por outro lado, se considerar a essência e o objeto de seus rituais veremos que é uma única religião praticada de formas diferentes que vem evoluindo e influenciando-se mutua e continuamente. Se ela ainda não é una, certamente será no futuro devido as influências mutuas de seus rituais, e também porque o objeto principal do culto religioso é o mesmo: os orixás africanos. Embora os orixás recebam denominações diferentes dependendo de cada nação (etnia), Orixás, Voduns ou Inkices, eles desempenham a mesma função: são deuses africanos que no Brasil se mesclaram conforme a semelhança de suas funções na África. Essa colcha de retalhos cultural e geográfica é unificada em um único nome: África, um continente que é visto pela maioria de seguidores das religiões afro-brasileiras como um único país e não como vários países em um continente. Mais difícil ainda é a compreensão de que em termos gerais indicam a nação: Angola, Gêge, Nagô, está implícita a noção de tribo, porque a África cultural é uma comunidade tribal. Por exemplo, a história de Angola está ligada ao Congo e Matamba e suas tribos componentes são os Umbundos e Kibundos, Lundos e Kiocos e Lundos-Kiocos.

É uma colcha de retalhos porque quando dizemos que somos feitos no Angola estamos sendo superficiais porque esse termo é muito genérico. Para sermos mais específicos deveríamos dizer que somos feitos na nação de Angola conforme o ritual da etnia Lundo, Kioco ou Lundo-Kioco. Muito mais superficiais ainda seríamos se dizemos apenas que somos feitos no candomblé, no batuque, ou na nação, sem especificar, no mínimo, a nação a que esse candomblé pertence, a exemplo aplicado ao Candomblé de Angola ou de outros Candomblés. Em relação ao sentimento religioso os adeptos das religiões afro sentem-se unos, formando um único grande grupo, respeitadas as diferenças de suas nações. Enquanto grupo de adeptos, os termos que melhor representam a religião afro-brasileira são: umbandista, candomblé e batuqueiro, dependendo de cada região. Mas como termo abrangencial mais aceito para representar todos os grupos é usada a palavra "Umbandista", para designar os seguidores dos cultos afro-brasileiros. Ainda procura-se um nome para a identidade comum da coletividade dos grupos-rituais; no entanto, embora a palavra umbanda tenha sido cogitada para essa função não quer dizer que não exista uma outra mais adequada a essa função

Babalorixá: Omobaomi


Reencarnação

"Eu não comecei quando nasci nem quando fui concebido. Eu cresci e me desenvolvi, através de incalculáveis miríades de milênios... todos os meus eus anteriores têm suas vozes, ecos e inspirações em mim... oh! Deverei nascer novamente incalculáveis vezes".

Jack London

"Não existe morte. Como pode haver morte se tudo é parte da Divindade? A alma nunca morre e o corpo realmente nunca vive".

Isaac Bashevis Singer

"Ele viu todas essas formas e rostos em milhares de relações... tornarem-se recém nascidas. Cada uma era mortal, um apaixonado e vigoroso exemplo de tudo o que é transitório. Mas nenhuma delas morreu, elas apenas mudaram, renasciam continuamente e sempre tinham um novo rosto: somente o tempo permanecia entre um rosto e outro".

Herman Hesse

"Acaso tens conhecimento de quantas vezes tivemos que viver antes mesmo de obter a primeira idéia de que existe mais coisas na vida além de comer, ou lutar, ou ter poder no bando?

Milhares de vidas, meu amigo, dezenas de milhares!... Escolhemos nosso próximo mundo a partir daquilo que aprendemos nesse... mas tu, Fernão, aprendeste tanto de uma só vez que não tiveste que passar por milhares de vidas para alcançar esta".

Richard Bach

"Assim como vivemos através de milhares de sonhos em nossa vida atual, do mesmo modo nossa vida atual é apenas uma de muitas milhares dessas vidas através das quais entramos em outra vida mais real... e então retornamos após a morte.

Nossa vida é nada mais que um dos sonhos dessa vida real, é assim ela é interminável, até a última, verdadeira vida – a vida de Deus".

Colaboração de Ivete G. da Silva

Textos retirados da Internet


CURSOS ADMINISTRADOS PELA UNIAFRO

  1. Introdução aos ritmos de Candomblé de Angola, de Ketu e de Ijexá;
  2. A dança afro moderna com base na cultura do Orixá;
  3. Introdução ao Jogo de Búzios
  4. A Ética na cultura religiosa afro-brasileira.
  5. Curso de Artesanato

VAGAS LIMITADAS


SARAVÁ OGUM - ORIXÁ GUERREIRO

REVERENCIADO NO MÊS DE ABRIL

OGUM

Ogum é a manifestação da luta, do esforço, da defesa. Sob sua esfera de influência estão nas artes metálicas. É o Orixá das guerras e das demandas. Seu metal é o ferro. Seus filhos são impetuosos, autoritários, até certo ponto egoístas, cautelosos e desconfiados. Ogum é sem dúvida um dos Orixás mais cultuados e querido em todos os rituais afro-brasileiro.

Cor: dependendo de cada nação pode ser: azul-marinho, vermelho, verde e branco, vermelho e branco combinados.

Comidas: Feijão-cavalo, feijão-preto, azeite de dendê e bife de carne bovina.

Saudação: Ogunhê-patacori-Ogum

Dia consagrado: Terça-feira

Dia Festivo: 23 de abril na maioria dos Estados brasileiros e 20 de Janeiro na Bahia.


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MOMENTO PARA REFLEXÃO

Tu és a verdade, Jesus

Tanta coisa em minha vida eu conheci

E com a vida tanta coisa aprendi

Hoje eu sei mais do que antes

Eu creio o que vem de ti

Eu creio te peço, Jesus.

Te falo nas preces, Jesus.

Te apresses, não tardes, Jesus.

Tu és a verdade Jesus

Vou seguindo o meu caminho sem parar

Mas eu paro muitas vezes para pensar

E pensando no que um dia você disse

Continuo a caminhar

Te creio, te peço, Jesus

Te falo nas preces, Jesus

Te apresses, não tardes, Jesus

Tu és a verdade, Jesus

Tanto amor eu trago no meu coração

E os meus passos caminhando em frente vão

Sei que tenho que seguir

E eu estou seguindo

Segurando a tua mão

Te creio, te peço, Jesus

Te falo nas preces, Jesus

Te apresses, não tardes, Jesus {bis}

Tu és a verdade, Jesus

Colaboração de Ivete G. da Silva – Texto retirado do C.D. Amor Sem Limite - de Roberto e Erasmo Carlos


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FONE: 335-0059


CONDUTA ESPÍRITA NO TEMPLO

Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões, sem provocar alarido ou perturbações. O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores.

Midi: Stationery Heaven -Formatação para a mensagem: Lori Marli dos Santos

Colaboração de Ivete G. da Silva

Texto retirado da Internet – http://mensagens.andreluiz.vilabol.uol.com.br/


"Deus"

Passei tanto tempo te procurando

Não sabia aonde estavas, olhava para o infinito, e não te via.

E pensava comigo mesmo, será que tu existes?

Não me contentava com a busca e prosseguia

Tentava te encontrar nas religiões e nos templos

Tu também não estavas

Busquei-te através dos sacerdotes e pastores

Também não te encontrei

Senti-me só vazio desesperado e descri

E na descrença te ofendi,

E na ofensa tropecei,

E no tropeço cai

E na queda senti-me fraco

Fraco procurei socorro

No socorro encontrei amigos

Nos amigos encontrei carinho

E no carinho eu vi nascer o amor

Com o amor eu vi um mundo novo

E no mundo novo resolvi viver...

O que recebi, resolvi doar.

Doando alguma coisa muito recebi

E em recebendo senti-me feliz

E ao ser feliz, encontrei a paz.

E lendo a paz foi que enxerguei

Que dentro de mim é que tu estavas

E sem procurar-te.

Foi que te encontrei

Colaboração de Ivete G. da Silva

Texto retirado da Internet – http://com.br/


PARA REFLETIR

"Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. 
Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. 
Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos."

Allan Kardec
O Livro dos Médiuns, Cap. XIV, Edição FEB)

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