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Chocado com a audácia da jovem, mas incapaz de
responder a seus argumentos, Maximus reuniu 50 sábios com a incumbência
de provar-lhe que Jesus, morto numa cruz, não podia
ser Deus. Quando informaram à Catarina a respeito da disputa que a
aguardava, ela se entregou inteiramente a Deus. Imediatamente, um
anjo do Senhor colocou-se ao seu lado e admoestou-a a permanecer
firme, assegurando-lhe ser impossível que ela fosse derrotada por
estas pessoas. Mais ainda, ela as converteria e as colocaria no
caminho do martírio.
Então,
Catarina foi levada à presença dos oradores. Indagou ela: "- É justo
colocar 50 homens contra uma moça, com a promessa de que, ao ganhar,
receberão uma rica recompensa, forçando-me a lutar sem a esperança
de prêmio ? Entretanto, minha recompensa será o Senhor Jesus Cristo,
que é a esperança e a coroa daqueles que lutam por Ele."
Iniciaram-se os debates e ela sempre terminava
vitoriosa. Graças a sua eloqüência chegou a converter ao
cristianismo alguns de seus adversários, que foram sentenciados de
morte.
Furioso por estar sendo derrotado, Maximus prende
Catarina. A imperatriz, curiosa por conhecer a jovem que desafiava
seu marido, vai acompanhada de Porfírio, chefe das tropas, até a
prisão. Catarina também os converte e eles são martirizados.
Catarina é condenada à morte na roda de tortura, mas
basta que ela encoste na roda para que ela se parta e mate vários
pagão que assistiam. Por causa disso, Santa Catarina é invocada
pelos que trabalham com rodas ou utilizam veículos (para proteção de
acidentes de trânsito). O imperador, enraivecido, ordena que ela
seja decapitada. Quando deceparam sua cabeça, do seu pescoço começou
a brotar leite ao invés de sangue. Daí ser ela invocada pelas
gestantes e mães que, após o parto, devem amamentar seus filhos.
Os
relatos de seu martírio continuam dizendo que os anjos desceram dos
céus e levaram seu corpo para o monte Sinai, onde mais tarde teria
surgido um mosteiro consagrado à sua memória. De seus ossos ainda
emana um óleo que é utilizado por todos enfermos que visitam seu
sepulcro.
anta Catarina de Alexandria nasceu de família
nobre e estudou muito. Quando tinha apenas dezoito anos, se
apresentou ao imperador romano Maximus, que fazia uma violenta
perseguição aos cristãos, sob acusação de culto a falsos
deuses.
:: Oração à Santa Catarina de Alexandria
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1. Proteção contra
acidentes
Ó
Santa Catarina, vós quebrastes a roda da engrenagem das mãos dos
torturadores e por isto sois invocada como protetora contra os
acidentes; eu vos peço, protegei-me de todo e qualquer acidente.
Acidentes de trânsito, acidentes com arma de fogo, acidentes de
quedas e tombos, acidentes a pé e a cavalo, acidentes com
instrumentos de trabalho, acidentes com venenos e agrotóxicos,
acidentes com máquinas e explosivos, acidentes de mordidas de cobras
ou aranhas, acidentes em casa, na estrada, na roça, no campo ou no
mato. Protegei meu corpo de todo e qualquer perigo que a cada
instante estou sujeito a enfrentar. Defendei também a minha alma
contra os perigos espirituais, que são tantos, em toda parte. Santa
Catarina, protegei-me e salvai-me. Amém !
Rezar 1 Pai Nosso,
1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai
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2. Auxílio aos
estudantes
Santa Catarina de Alexandria, que tivestes uma inteligência
abençoada por Deus, abre a minha inteligência, faze entrar na minha
cabeça as matérias de aula, dá-me clareza e calma na hora dos
exames, para que possa ser aprovado(a). Eu quero aprender sempre
mais, não por vaidade, nem só para agradar aos meus familiares e
professores, mas para ser útil a mim mesmo, a minha família, à
sociedade e à minha Pátria. Santa Catarina de Alexandria, conto
contigo. Conta também tu comigo. Eu quero ser um(a) bom(a)
cristão(a) para merecer a tua proteção. Amém.
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No Candomblé, na Umbanda e nos demais cultos afro-brasileiros, Santa Catarina de Alexandria é sincretizada com o orixá Obá, a primeira esposa de Xangô, o rei de Oyó.
Conta
uma lenda que Obá, enciumada por sentir que estava perdendo a atenção
de Xangô em relação às outras suas duas esposas, Iansã e Oxum.
Assim, foi aconselhar-se com Oxum a quem pediu ajuda para obter um
pouco mais de afeto de Xangô.
Oxum,
por ser o orixá da beleza e do dom de fazer com que todos os homens
e orixás por ela se apaixonassem, prontificou-se a ajuda-la. Oxum
lhe disse que ela tinha ganhado toda a atenção Xangô quando
colocou em sua comida um pedaço de sua orelha e por esse motivo,
ultimamente, estava andando com a cabeça coberta com um turbante,
mas Xangô lhe dava toda a atenção do mundo. Oxum disse a Obá que
se ela fizesse o mesmo ela ganharia o amor e a atenção imediata de
Xangô.
Obá
assim procedeu. Em sua casa preparou para Xangô um lauto banquete.
Toda faceira, Obá ofereceu a Xangô o prato especialmente
preparado, aquele que continha sua orelha esquerda inteirinha.
Quando Xangô viu o prato ficou horrorizado e irado retirou-se da
casa de Obá para nunca mais voltar.
Irada, Obá procurou Oxum para tomar satisfação por ter sido enganada por ela. Por esse motivo, Obá e Oxum não se toleram, e por esse mesmo motivo quando Oba se manifesta nos Terreiros ela cobre sua orelha esquerda com a mão. Oba é um orixá guerreiro e que participou ao lado Xangô de muitas batalhas.
Fonte: Árvore da Vida/IG - Bibliografia da santa católica
http://www.nsauxiliadora.org.br/santos.htm
Santa Joana D'Arc
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Santa Joana D'Arc Sincretizada com Obá
:: Data de comemoração: 30 de Maio |
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OBÁ |
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Nascida em
Domremy , Champagen , França em 1412 , morreu em Rouen em 31 de maio de 1431. O
pai de Joana, Jaques D’Arc era um fazendeiro e Joana nunca aprendeu a ler ou a
escrever. Quando ela tinha 13 ou 14 anos ela teve a sua primeira experiência mística.
Ela ouviu uma voz chamando-a e acompanhada de uma luz. Ela recebeu as visões
quando cuidava das ovelhas do seu pai. Visões posteriores eram compostas de
mais vozes e ela foi capaz de identificar as vozes como sendo de São Miguel,
Santa Catarina de Siena e Santa Margarete entre outras. Em 1428 suas mensagens
tinham um fim especifico. Era para se apresentar-se para Robert Bauricourt , que
comandava o exercito do rei na cidade próxima. Joana convenceu um tio a
leva-la, mas Robert riu dela e comentou com o seu pai que ele deveria
disciplina-la.
Mas as visões continuaram e secretamente ela deixou sua casa e retornou a
Vancoulers. Baudricourt duvidou dela, mas modificou sua posição quando
chegaram as noticias de sérias derrotas nas batalhas de Herrings do lado de
fora de Orleans em fevereiro de 1429 exatamente conforme Joana havia predito.
Ele enviou Joana com uma escolta para o falar com o Rei e ela escolheu viajar
disfarçada com roupas de homem para sua própria proteção. Em Chinon, o rei
Carlos estava disfarçado, mas ela o identificou e por sinais secretos eles se
comunicavam e ela o convenceu a acreditar na origem divina das sua visões e da
sua missão.
Ela pediu uma tropa de soldados para ir a Orleans .O seu pedido foi muito
questionado na corte e ela foi enviada para ser examinada por um painel de teólogos
em Poities. Após um exame de três semanas o painel aconselhou a ao rei Carlos
que fizesse uso dos seus serviços. Diz a tradição que um dos membros do
painel era um cardeal que conhecia a verdadeira aparência de Santo Miguel,
muito bem guardado nos arquivos de Roma e quando perguntou a Joana com era São
Miguel, ela o descreveu exatamente como estava descrito no arquivo secreto em
Roma. A ela foi dada a tropa e um estandarte especial feito para ela com a
inscrição "Jesus:Maria" e o símbolo da Santíssima Trindade na qual
dois anjos presenteavam a ela uma flor de lis e Joana vestia um armadura branca
e sua tropa entrou em Orleans em 29 de abril .Sua presença revigorou a cidade e
em 8 de maio as forças inglesas que cercavam a cidade foram capturadas.
Ela foi ferida no peito por uma flecha o reforçou a sua reputação de
guerreira.
Ela começou uma campanha em Loire com o Duque d’ Alençon, e eles se tornaram
grandes amigos.
A campanha teve grande sucesso em parte graças ao elevado moral das tropas, com
a presença de Joana e as tropas britânicas se retiraram para Paty e de lá
para Troyes. Joana agora estava tentando fazer com que o rei aceitasse a sua
responsabilidade e lutou pela sua coroação em 17 de julho de 1429.
E a missão de Joana, conforme as suas visões, estava completada.
Daí em diante devido ao fato que Carlos não forneceu se nem suporte nem sua
presença conforme prometido, Joana sofreu varias derrotas. O ataque a Paris
falhou e ela foi ferida na coxa. Durante a trégua de inverno Joana ficou na
corte onde ela continuava sendo vista com ceticismo .Quando as hostilidades
recomeçaram ela foi para Compiegne onde os franceses estavam resistindo ao
cerco dos Burbundians. A ponte movediças foi fechada muito cedo e Joana e suas
troas ficaram do lado de fora. Ela foi capturada e levada ao Duque de Burgundy
em 24 de maio. Ela ficou prisioneira até o fim do outono. O rei Carlos não fez
nenhum esforço em liberta-la. Ela havia previsto que o castelo seria entregue
ao ingleses e assim aconteceu. Ela foi vendida aos lideres ingleses na negociação.
Os ingleses estavam determinados a ficarem livres do poder de Joana sobre os
soldados franceses . Como os ingleses não podiam executa-la por estar em uma
guerra eles forjaram uma maneira de julga-la como herege .Em 21 de fevereiro de
1431 ela apareceu a um tribunal liderado por Peter Cauchon, bispo de Beauvais, o
qual tinha esperança que os ingleses o ajudariam a faze-lo Arcebispo de Rouen.
Ela foi interrogada sobre as vozes, sua fé e sua vestimenta masculina. Um sumário
falso e injusto foi feito e suas visões foram consideradas impuras em sua
natureza, uma opinião suportada pela Universidade de Paris. O tribunal declarou
que, se ela se recusasse a retratar, seria entregue aos seculares como um herege
. Mesmo sob tortura ela recusou a se retratar. Quando finalmente ela foi trazida
para uma sentença formal no Cemitério de Santo Ouen, diante de uma enorme
multidão ela retratou-se apenas um pouco e de forma bastante incerta e foi
devolvida a prisão e voltou a vestir as roupas masculinas que havia concordado
em abandonar. Ela teve a coragem de declarar que tudo que ela havia dito antes
era verdade e que ela havia recuperado a sua coragem e que Deus havia na verdade
enviado ela para salvar a França dos ingleses.
Assim no dia 30 de março de 1431 ela foi levada a praça pública do mercado em
Rouen e queimada viva. Joana não tinha completado 20 anos. Suas cinzas foram
atiradas no Sena. Em 1456 sua mãe e dois irmãos apelaram para a reabertura do
caso, com o que o Papa Calistus III concordou.
O julgamento e o veredicto foram anulados e ela foi canonizada como uma santa
virgem e mártir. Ela era chamada La Pucelle "a Virgem de Orleans" .
Na arte litúrgica da Igreja Santa Joana é mostrada como uma garota numa
armadura, com uma espada, ou uma lança e as vezes com uma bandeira com as
palavras "Jesus:Maria" e as vezes com um capacete .
Nas pinturas mais antigas, ela tinha longos cabelos caindo nas suas costas, para
mostrar que ela era vvirgem. Ela as vezes ela é mostrada incentivando o rei ,
ou seguida de uma tropa ou em roupas femininas com um espada.
Popularmente venerada por séculos, foi finalmente beatificada em 1909 e
canonizada em 1920. Foi declarada oficialmente padroeira da França em 1922.
Sua festa e celebrada no dia 30 de maio.
Ela é também conhecida como a Virgem de Loraine veja em:
http://members.tripod.com.br/dialogoconjugal/jc.htm
Santa Joana dÁrc era tão popular na França que um fabricante de chocolate francês, do início do século passado usava suas imagens como propaganda de seu "Chocolat Poulain " , conforme pode-se ver na foto acima.
Dados e fotos retirados do devocionário brasileiro, português e espanhol. Para obter fotos ou cópias de pinturas de Santa Joana dÁrc, favor enviar email.
Fonte de origem: http://www.cademeusanto.com.br