DESARMAMENTO:
A ALEGRIA DO CRIME!
História
para quem esqueceu, ou nunca soube:
Em
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Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De
Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De
Pessoas
indefesas caçadas e exterminadas nos países acima, no século XX, após o
desarmamento da população ordeira, sem que pudessem se defender: 56 milhões.
Há doze meses o governo da Austrália editou uma lei obrigando o proprietários
de armas a entregá-las para destruição. 640.381 armas foram entregues e
destruídas, num programa que custou aos contribuintes mais de US$ 500 milhões.
Os resultados, no primeiro ano, foram os seguintes:
Os homicídios subiram 3.2%, as agressões 8.6%, os assaltos a mão armada
44%. Somente no estado de Victoria, os homicídios subiram 300%. Houve ainda um
dramático aumento no número de invasões de residências e agressões a
idosos. Os políticos australianos estão perdidos, sem saber como explicar aos
eleitores a deterioração da segurança pública, após os esforços e gastos
monumentais des! tinados a "livrar das armas a sociedade australiana".
Naturalmente, a população ordeira entregou suas armas, enquanto os
criminosos ignoraram essa lei, como já ignoravam as demais.
O mesmo está acontecendo no Reino Unido. País tradicionalmente tranqüilo,
onde até a polícia andava desarmada, adotou o desarmamento da população
ordeira. Pesquisa realizada pelo Instituto Inter-regional de Estudos de Crime e
Justiça das Nações Unidas revela que Londres hoje é considerada a capital do
crime na Europa. Os índices de crimes a mão armada na Inglaterra e no País de
Gales cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o
governo, houve 9.974 crimes envolvendo armas entre abril de 2001 e abril de
2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos.
Os assassinatos com armas de fogo registrara! m aumento de 32%. A polícia já
está armada.
Nos Estados Unidos, onde a decisão de permitir o porte de armas é adotada
independentemente por cada estado, todos os estados com leis liberais quanto ao
porte de armas pela população ordeira têm índices de crimes violentos em
muito inferiores à média nacional, enquanto os estados com maiores restrições
ostentam índices de crimes violentos expressivamente superiores à média
nacional. Washington, onde a proibição é total, é a cidade mais violenta dos
EUA.
Você não verá as informações acima disseminadas na imprensa local. Com
honrosas exceções, a imprensa está fechada com as ONGs internacionais que
pregam o desarmamento, por mais perigoso e ineficaz, Deus sabe com que propósitos.
Armas
em poder da população ordeira e responsável salvam vidas e defendem
propriedade. Leis de desarmamento afetam somente a população ordeira.
Em 2003, com a aprovação do absurdo Estatuto do Desarmamento, o Brasil
iniciou o processo de desarmar a população ordeira. Salvo engano, isso quer
dizer Você. E se você não lutar contra isso, você ou sua família poderão
ser as próximas vítimas indefesas.
Com armas, somos cidadãos. Sem armas, somos súditos. Quem desarma a vítima
fortalece o agressor. Na hora do perigo, será que a polícia vai estar lá?
Chamar a polícia pode levar alguns segundos, esperar por ela pode levar o resto
da sua vida. Uma arma na mão é melhor que um policial ao telefone.
O Brasil tem a mania de andar na contra-mão da história. E aqueles ! que
tomam, por nós, as decisões, estão confortavelmente protegidos pelo aparato
de segurança do Estado, circulando em carros blindados, tudo pago pelo nosso
dinheiro. A única coisa que temem é o uso consciencioso do voto. Do nosso
voto.
Quem não luta pelos seus direitos, não tem direitos. Repassar essa mensagem
pode ser a sua forma de lutar. Escolher bem na hora de votar, exigir o
compromisso de cada candidato com a sua segurança, também.
Não
atire para matar, mas atire para ficar vivo. Criminosos adoram o desarmamento
das vítimas. Faz a atividade deles muito mais segura.
Boa sorte.
De:
<quilombomoderno@webcpd.com.br>
Enviado:
sexta-feira, 22 de julho de 2005 16:15:04